Produtos sem glúten é aqui!!!!

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mais sobre a Fibra de Beterraba Açucareira


Fibra de Beterraba Açucareira é pura fibra e uma fonte rica em fibras solúveis + insolúveis.
Fibra de Beterraba Açucareira é 100% seguro para os celíacos por não conter glúten.


Testes clínicos demonstram que Fibra de Beterraba Açucareira:
      
        • diminui LDL-colesterol (2)
        • controla resposta glicemica pós refeições(3)
        • melhora motilidade intestinal (4)
        • prolonga sensação de saciedade(5)
        • não afeta absorção de minerais negativamente (6)


Benefícios:

        • Natural
        • Clean label (rótulo limpo).
        • Não provoca reações alérgica
        • Kosher (É a definição dada aos alimentos preparados de acordo com as Leis Judaicas de alimentação) e Halal (o alimento é considerado Halal (permitido para consumo), quando obtido de acordo com os preceitos e as normas ditadas pelo Alcorão Sagrado e pela Jurisprudência Islâmica. Esses alimentos não podem conter ingredientes proibidos, tampouco parte deles)



References
2 Israelsson B, Jarnblad G and Persson K, 1993. Serum cholesterol reduced with Fibrex-a sugar beet fibre preparation. Scandinavian Journal of Nutrition/Näringsforskning, 37, 146-149.
3 Hagander B, Asp NG, Efendic S, Nilsson-Ehle P, Lundquist I and Schersten B, 1986. Reduced glycemic response to beet-fibre meal in non-insulin-dependent diabetics and its relation to plasma levels of pancreatic and gastrointestinal hormones. Diabetes Research, 3, 91-96.
4 Giacosa A, Sukkar SG, Frascio F, Ferro M. Sugar-beet fibre: a clinical study in constipated patients. In: Southgate DAT, ed. Dietary Fibre—Chemical and Biological Aspects. J.W. Lampe, R.F. Wetsch, W.O. Thompson, J.L. Slavin, 1993. Gastrointestinal effects of sugar beet fiber and wheat bran in healthy men. Eur. Journal of Clinical Nutrition 47, 543-548.
5 V.J. Burley, A.W.Paul, J.E. Blundell, 1993. Sustained post-ingestive action of dietary fibre:effects of a sugar-beet fibre. Journal of Human Nutrition and Dietetics 6, 253-260.
6 Cossack, Z.T., Rojhani, A., Musaiger, A.O., 1992. The effects of sugar beet fibre supplementation for five weeks on zinc iron and copper status in hum. Eur. Journal of Clinical Nutrition.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Doença celíaca mata 42.000 crianças por ano no mundo

05/08/2011 - 23:07

Reportagem VEJA

Ainda desconhecida pela grande maioria da população – e, infelizmente, por parte da classe médica – a doença se caracteriza pela intolerância ao glúten, uma proteína presente no trigo, na cevada e no centeio

Aretha Yarak
Doença celíaca: o glúten, presente no trigo, na cevada e no centeio, é responsável por desencadear a patologia
Doença celíaca: o glúten, presente no trigo, na cevada e no centeio, é responsável por desencadear a patologia(Thinkstock)
A doença celíaca é como um iceberg. Na pequena parte à vista estão pacientes que apresentam sintomas severos, como vômitos e diarreias. Abaixo da superfície está a maioria dos casos, de pacientes que passam anos sem obter um diagnóstico da doença
O ano é 2005. A professora universitária Flávia Anastácio de Paula lida com uma cena que virou rotina. Seu filho do meio, Emílio, então com apenas dois anos, vomita sem parar durante horas. Abaixo do peso, com constipação crônica, crises de hiperatividade, pneumonias frequentes, dores fortes nas pernas e peso e estatura muito abaixo do indicado, Emílio começou a adoecer quando tinha apenas seis meses de vida. À época, Flávia deu início a uma via-crúcis: descobrir qual era a doença do filho. No caminho, que durou quatro anos, passou por mais de 15 médicos diferentes, dezenas de exames clínicos e laboratoriais e internações hospitalares regulares. Em setembro de 2007, aos quatro anos, Emílio foi enfim diagnosticado: ele era portador da doença celíaca.
Ainda desconhecida pela grande maioria da população – e, infelizmente, por parte da classe médica – a doença se caracteriza pela intolerância ao glúten, uma proteína presente no trigo, na cevada e no centeio. O primeiro levantamento global sobre a doença, divulgado no final de julho, indica que ela cause a morte de cerca de 42.000 crianças todos os anos no mundo. Em entrevista ao site de VEJA, Peter Byass, epidemiologista coordenador do estudo que reuniu o departamento de saúde pública e medicina clínica da Universidade de Umea, na Suécia, e a Faculdade de Saúde da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, avalia que no Brasil 200 crianças morram anualmente em função desse mal. Alguns estudos internacionais afirmam ainda que uma a cada 100 pessoas no mundo seja portadora da doença; outros, que mais da metade dessas pessoas não sabem que estão doentes. No Brasil pouco se sabe sobre a incidência da doença, já que faltam levantamentos nacionais. Dados de uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo, realizada em 2007, apontam que um a cada 214 brasileiros tem a doença. Os dados existentes sobre doença celíaca, como se vê, são poucos, dispersos e por vezes desatualizados.
A doença celíaca foi descoberta em 1888 pelo pediatra britânico Samuel Gee, mas apenas no decorrer da década de 1940 o glúten foi reconhecido como o vilão causador do transtorno. Durante os períodos de escassez alimentar da guerra, o médico holandês Willem Karel Dicke notou que a falta de pães e de produtos à base de trigo reduziam o número de casos, e acabou relacionando a proteína à doença. Dicke criaria, ainda no começo de 1950, a primeira dieta livre de glúten para pacientes com doença celíaca – que permanece sendo o único tratamento disponível até hoje. De lá para cá, alguns passos importantes foram dados para o controle do problema, como a definição dos sintomas (diarreia crônica, inchaço do abdome, anemia e vômitos) e a indicação de um tratamento alimentar. Mas, mesmo que seja um mal conhecido, estudado, com tratamento e exames para diagnóstico estabelecidos, a doença celíaca persiste silenciosa e subdiagnosticada em muitos pacientes. 
Dificuldades – Casos como o de Emílio são minoria, mas estão longe de se tratar de uma exceção. Embora a intolerância ao glúten costume aparecer de maneira mais amena na maioria dos casos, 20% dos celíacos têm sintomas extremos, segundo Aytan Miranda Sipahi, coordenador do Laboratório de Gastroenterologia Clínica e Experimental da USP. Os demais podem ter apenas um dos sintomas, como enxaqueca, aftas e flatulência. Por não serem tão severos ou alarmantes, acabam dificultando o diagnóstico. Por isso, a doença celíaca é normalmente representada como um iceberg. Na ponta (pequena parte à vista), estão pacientes como Emílio, sua mãe e seus dois irmãos: pessoas que sofrem, e muito, com a doença. Em todo o restante da enorme massa de gelo, estariam pacientes como Raquel Benati.
A professora de artes, hoje com 48 anos, demorou duas décadas para receber o diagnóstico da doença. "Os médicos não investigavam a doença celíaca, porque só detectavam uma anemia. Eu até tinha crises de diarreia eventuais, mas a constância maior era das prisões de ventre", diz. Hoje, Raquel é vice-presidente do braço carioca da Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra) e secretária da Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), que conta com cerca de 20.000 associados. Seu trabalho nas instituições é orientar os celíacos e ajudar a conscientizar a população. "Os médicos relutam em fazer o diagnóstico, principalmente quando você não tem o quadro clássico. Conheço muita gente que foi até o consultório especificamente pedir para fazer o exame."
Diagnóstico e complicações – A investigação para a conclusão do diagnóstico costuma seguir três passos: histórico familiar da doença, exame de sangue e biópsia do intestino delgado por endoscopia. Por ser genética, a doença pode estar presente em um ou mais membros da mesma família. O teste sorológico de sangue, por sua vez, visa detectar antígenos da doença. Quando esse exame de sangue dá positivo, é feita a endoscopia com biópsia do intestino, exame considerado definitivo para um diagnóstico. Nessa fase se procura saber se as vilosidades (dobras no intestino responsáveis por aumentar a absorção de alimentos) da mucosa intestinal foram agredidas e atrofiadas – uma característica da intolerância ao glúten. O histórico familiar sozinho não basta para detectar a doença. Para saber com certeza, só após o exame de sangue combinado com a biópsia.
Mesmo nos casos mais amenos da doença, a detecção é fundamental. Isso porque as complicações podem levar a problemas graves, como osteoporose, doenças autoimunes, linfoma e outros cânceres e problemas na tireoide. "Há ainda casos em que a pessoa fica infértil ou pode ter abortos repetidos", diz Vera. Isso ocorre porque a exposição ao glúten faz com que o sistema imunológico trabalhe sempre acima do seu limite, fazendo com que as células de defesa proliferem. Essa hiperatividade pode acabar resultando em linfoma – que é justamente uma proliferação exagerada das células de defesa. O motivo disso acontecer ainda não é conhecido pela medicina.
Dieta complicada — De acordo com Vera Lúcia Sdepanian, coordenadora do curso de residência em gastroenterologia pediátrica da Unifesp, uma dieta sem glúten só é indicada após o diagnóstico positivo, caso contrário ela pode dificultar o processo de reconhecimento da doença. "Quando se para de comer glúten, os antígenos deixam de ser detectados no exame de sangue e as vilosidades do intestino vão voltando ao normal depois de seis meses. Assim, nenhum exame vai dar positivo para a doença, mesmo que a pessoa seja intolerante."
 
A rigor não existe problema em uma dieta sem glúten. A proteína não é essencial na alimentação humana, de acordo com nutricionistas. A única grande dificuldade é justamente a grande restrição alimentar, uma vez que a maior parte dos alimentos industrializados contém o ingrediente. "Não é fácil fazer uma dieta sem glúten", diz John Cangemi, gastroenterologista especialista na doença da Clínica Mayo, nos Estados Unidos. "Trigo, cevada e centeio são componentes de muitos tipos de alimentos, além de fazer parte de alguns medicamentos, doces e outros produtos. A pessoa pode, simplesmente, não se dar conta da presença deles." 
 
Vários outros alimentos além dos pães contêm a proteína, como cerveja, queijos fundidos, patês enlatados, embutidos, maionese, catchup e alguns temperos industrializados. O chocolate em teoria não tem glúten, mas como é feito na mesma esteira das bolachas – e corre risco de contaminação – é vendido com o selo contém glúten. "O paciente terá de conviver com muitas limitações alimentares, mas uma boa orientação nutricional pode tornar sua vida mais simples", afirma André Zonetti de Arruda Leite, médico assistente da disciplina de gastroenterologia clínica do departamento de gastroenterologia da FMUSP.
Tire suas dúvidas sobre a doença celíaca no quadro abaixo:
 
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O que é a doença celíaca?

É uma doença caracterizada pela intolerância ao glúten, uma proteína presente no trigo, na cevada e no centeio. Toda vez que um alimento com glúten é consumido, uma reação imunológica desencadeia-se no intestino e causa a destruição das vilosidades da mucosa, dobras que aumentam a absorção de nutrientes. Assim, com o tempo a doença leva a uma série de problemas, como anemia, perda de peso e outras doenças graves. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

RECEITAS COM FIBRA DE BETERRABA AÇUCAREIRA

CONFIRA!

RECEITAS COM FIBRA DE BETERRABA AÇUCAREIRA 1

Bolo de Amêndoas (serve 10-12)

Massa:
200 g amêndoas adoçadas
150 ml nata
200 g açúcar demerara
1 colher de sopa de Fibra de beterraba açucareira
75 g margarina
80 g mix de farinha especial sem gluten
1 colher de chá de fermento químico
Recheio:
300 ml nata
30 g açúcar de confeiteiro sabor limão (amarelo)
2 maracujás
3 folhas de gelatina
150 ml leite
1 colher de sopa de fécula de batata
2 colheres de sopa de açúcar de confeiteiro sabor limão (amarelo)
Frutas para enfeitar
Como fazer:
Misture as amêndoas. Pique metade delas e corte o resto de forma alongada. Misture o resto dos ingredientes para a massa em uma panela. Deixe borbulhar por alguns minutos enquanto mistura. Adicione as amêndoas.
Espalhe 1/3 da mistura em uma fôrma redonda e deixe assar no centro do forno a 225ºC por aproximadamente 10 minutos. Espere alguns minutos antes de desenformar o bolo. Deixe esfriar em papel manteiga. Asse mais dois bolos dessa maneira.
Misture a gelatina em água. Adicione leite, fécula de batata e 10g de açúcar de confeiteiro a uma panela funda e leve a fervura. Tire a panela do fogo. Torça a gelatina e a dissolva na mistura que se encontra na panela.
Bata a nata junto a 2 colheres de sopa de açúcar de confeiteiro até endurecer. Corte os maracujas ao meio e adicione a polpa e as sementes ao creme. Quando a mistura da panela tiver endurecido misture com a nata, o açúcar e o maracujá com uma espátula.
Espalhe o creme obtido em dois dos bolos. Monte-os como um sanduíche e decore o topo com o creme. Enfeite com frutas da estação.

Biscoitos com gergelim (aprox. 20 unidades)

Massa:
300 g de mistura de farinha integral sem glúten
2 colheres de sopa de açúcar demerara
1 colher de chá de carbonato de amônia em pó
2 pitadas de sal
100 g margarina derretida
100 g  iogurte natural
10 g Fibra de beterraba açucareira
150 g de gergelim
Como fazer:
Misture todos os ingredientes secos em uma tigela. Adicione a margarina e o iogurte e trabalhe a massa.
Deixe descansando na geladeira por 30min.
Polvilhe um pouco da mistura de farinha sem glúten na superfície de trabalho e abra a massa até que ela fique fina o bastante para o seu agrado (aprox. 2mm) e a corte em quadrados de 2,5x2,5cm.
Coloque os quadradinhos em uma fôrma coberta de papel manteiga para forno e leve-a ao forno. Asse os biscoitos por aprox. 10min a 225ºC. Deixe esfriar antes de removê-los da forma.
Sirva-os com queijo e frutas.

Pão de limão com coco (makes approx. 20)

Ingredientes:
75 g margarina derretida
150 g açúcar de confeiteiro sabor limão
1 ovo
200 g coco ralado
1 colher de sopa de  Fibra de beterraba açucareira
Como fazer:
Aqueça o forno a 200°C
Misture bem todos os ingredientes e deixe a massa descansar por 15 minutos.
Coloque a mistura divida em pilhas pequenas em uma travessa coberta com papel de manteiga. Asse no forno por aprox. 10 min. Deixe esfriar na travessa.

Muffins de Nozes (aprox. 12 unidades)
Ingredientes:
50 g margarina derretida
2 ovos com gema separada da clara
150 g açúcar
75 g de nozes picadas
30 g de Fibra de beterraba açucareira
50 ml de leite
75 g de mistura especial Sem Glúten
50 g farinha de batata
2 colher de chá de fermento químico
Como fazer:
Misture as gemas e o açúcar com o batedor de clara. Adicione leite e margarina, misture bem. Misture os ingredientes secos em um liquidificador ou processador, adicione a mistura de gema, açúcar, margarina e leite e misture bem. Bata as claras com o batedor de claras até ficarem firmes e misture o obtido com a mistura anterior.
Coloque a massa em fôrmas de muffins e asse por 15min em forno a 200ºC.

Muffin Salgado (aprox. 12 unidades)

Ingredientes:
150 g de margarina derretida
3 ovos
2 colher de chá de açúcar demerara
20 g Fibra de beterraba açucareira
100 ml de água
100 g de cenoura ralada
50 g de alho-poró bem picado
10 g de salsa
150 g de presunto bem picado
300 g de farinha especial Sem Glúten
1 colher de chá de fermento químico
Como fazer:
Coloque a Fibra de beterraba açucareira e a água em uma tigela. Adicione os vegetais, o presunto, os ovos e a margarina e misture bem. Misture a farinha, o açúcar e o fermento químico e depois adicione a farinha obtida à mistura anterior. Coloque a massa em fôrmas de muffin e asse no forno a 200ºC por aprox. 15min.

Bolo Trufado (aprox. 12 fatias)

Massa:
300 g de amêndoas adocicadas
250 g açúcar em pó
50 g chocolate em pó
4 claras
10 g Fibra de beterraba açucareira
Trufa:
200 g chocolate
150 ml nata
1 colher de sopa de margarina
Recheio:
2 maçãs
100 ml água
30 g açúcar de confeiteiro sabor limão
Como fazer:
Unte uma fôrma redonda para bolo. Aqueça o forno a 200°C.
Bata as claras com um batedor de claras até que elas fiquem enrijecidas. Misture levemente o chocolate em pó, o açúcar, Fibra de beterraba açucareira e as amêndoas. Misture as claras à mistura anterior. Coloque metade da mistura obtida na fôrma e asse por aprox. 20min. Desenforme o bolo e deixe esfriar. Asse a outra metade por aprox. 20min, desenforme e deixe esfriar. Coloque os ingredientes para a trufa em uma panela e derreta em fogo baixo sem parar de mexer. Remova a panela do fogo e continue a mexer até que esfrie bem.
Descasque as maçãs, retire o caroço e corte em fatias logitudinais. Ferva as maças em água até que elas estejam macias. Retire do forno, adicione o açúcar e deixe esfriar. Espalhe o purê de maçãs obtido em um dos bolos. Coloque o outro bolo em cima. Cubra os lados do bolo com a trufa. Decore o topo do bolo com o resto da trufa. Deixe na geladeira e sirva frio.

Waffles (aprox. 6)

Ingredientes:
75 g margarina derretida
160 g amido de milho
80 g farinha Especial Sem Glúten
2 colheres de sopa Fibra de beterraba açucareira
1 colher de chá de fermento químico
½ colher de chá de açúcar de baunilha
1 pitada de sal
125 ml de leite
100 ml de água
Modo de fazer:
Óleo para colocar na forma de waffle.
Misture os ingredientes secos. Adicione o leite e água e continue a mexer bem. Adicione a margarina e continue a mexer. Deixe descansar por 10 minutos.
Unte a forma de waffle com o óleo. Coloque 50 ml da mistura na forma e frite até que a massa fique dourada.
Sirva imediatamente com leite condensado, creme de leite ou molho de sua preferência.

Pãozinho Doce de Canela (aprox. 20)

Massa:
25 g fermento para massas doces
50 g margarina derretida
250 ml leite
100 ml iogurte natural
50 g açúcar
1 pitada de sal
15 g Fibra de beterraba açucareira
aprox. 700 g Farinha Especial Sem Glúten
Recheio:
50 g margarina/manteiga
1-2 colher de chá de canela
1-2 colher de sopa de açúcar
Decoração:
1 ovo
Pérolas para decoração
Modo de fazer:
Coloque o fermento em uma tigela. Aqueça o leite a 37°C e coloque sobre o fermento. Coloque o iogurte natural, a margarina, Fibra de beterraba açucareira, o sal e o açúcar sempre misturando. Adicione a Farinha Especial Sem Glúten aos poucos, continue misturando.
Deixe crescer embaixo de uma toalha por 30min. Misture os ingredientes do recheio. Coloque um pouco de farinha na superfície de trabalho e abra bem a massa coloque o recheio sobre a massa e enrole. Corte o rolo obtido em 20 pedaços e os coloque em pequenas formas de papel. Deixe crescer por 20-30 minutos. Ligue o forno a 225ºC. Bata o ovo e pincele sobre a massa. Coloque a pérolas no topo e asse por aprox. 10min. Deixe esfriar e pode ser congelado imediatamente.


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Que ideia magnífica!!!!

A ACELBRA do Rio de Janeiro lançou uma carteirinha para celíacos poderem ser identificados em casos extremos e as crianças nas escolas.

quinta-feira, 21 de julho de 2011